Eu sei, é um trocadilho imbecil. Desculpa.
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
Fafrotskies - Chuva de objetos
Dentre tantos fenômenos inexplicáveis que ocorrem em nosso mundo, um em especial anda ganhando atenção nos últimos tempos por sua intrigante e peculiar forma de manifestação.
Este, chamado de "Fafrotskies" (abreviatura em inglês de "fall from the skies"), basicamente é descrito como chuvas de objetos que, ao longo dos tempos, têm sido vistos caindo do céu em diversas partes do mundo. Utilizada pela primeira vez pelo biólogo e ufólogo Ivan Sanderson, essa denominação se divide em duas categorias: orgânicas e inorgânicas. As do primeiro tipo incluem peixes, rãs, enguias, sapos, cobras, vermes, formigas, fungos, carne e sangue de animais. Já das inorgânicas fazem parte os tijolos, chapas metálicas, balas, pregos, carvão, neve fosforescente e os chamados cabelos de anjo (estranhas substâncias – consideradas por alguns ufólogos como orgânicas – que caem do céu e sublimam em seguida). Tais elementos caem sozinhos ou em chuvas, mas quase sempre em lugares de céu claro e limpo. Em casos raros, são coletados para análise e armazenados em recipientes herméticos que, ao serem abertos, desprendem mau cheiro. Entretanto, até o momento, não foram encontradas explicações plausíveis e conclusivas para esses fenômenos.
Alguns tentam explicar tais fenômenos alegando que os objetos caem do céu por conta da força de algum tornado, outros que são restos de comida de pássaros que sobrevoavam os locais, mas dezenas de casos que ocorreram pelo mundo todo (inclusive no Brasil) ainda estão sem soução. À seguir, os mais famosos:
Linha do Tempo de Fafrotskies inexplicados:
- Fafrotskies de Peixes -
1828: Joseph Muse alegou ter visto uma chuva de centenas de peixes de 10 ~ 18 cm de comprimento em Maryland, Cambridge.
1830: Peixes em decomposição "choveram" do céu na Índia.
1833: Em Fatehpur, também na Índia, 3000 ~ 4000 peixes desidratados caíram do céu.
Agosto de 1918: Nos arredores de Sunderland, também no Reino Unido, enguias mumificadas caíram do céu durante dez minutos.
1989: Durante uma garoa em Ipswich, Queensland (Austrália), Sardinhas começaram a cair do céu. Harold Degen, morador local, disse que a grama de seu quintal desaparecera sob a montanha de cerca de oitocentas Sardinhas que se formara ali.
- Fafrotskies de Sapos -
1922: Segundo o jornal Daily News do dia cinco de Setembro, uma chuva de sapos foi presenciada pelos moradores da cidade de Châlons-sur-Marne (atualmente chamada de Châlons-en-Champagne) durante dois dias.
12 de Junho de 1954: Silvia Mawdy refugiava-se com seu casal de filhos pequenos da chuva em Sutton Park, situado na cidade de Birmingham, quando disse ter presenciado uma chuva de sapos. Ela contou que os sapos caíam contra os guarda-chuvas das pessoas e depois para o chão, pulando ensandecidos, enojando os transeuntes.
1969: Segundo uma colunista de um renomeado jornal britânico, na cidade de Penn, situada em Buckingamshire, ocorrera uma chuva de sapos por lá também. Ela relatou o estranho fenômeno ao jornal London Sunday Express.
- Fafrotskies de Jacarés -
1877: Segundo o jornal The New York Times, J.L Smith contou que jacarés de cerca de 30 cm de comprimento caíram do céu em seu pomar, na Carolina do Norte. Ele contou também que eles pareciam ilesos e ao caírem, começaram a andar por lá como se nada tivesse acontecido.
1893: Na curva entre as ruas Wentworth e Anson, na cidade de Charleston (Carolina do Sul), um único jacaré foi visto caindo do céu.
- Frafotskies de Tartarugas -
11 de Maio de 1894: Segundo constou na revista Nature (publicada em 1930) uma tartaruga caiu do céu presa dentro de um pedaço de gelo, em Bovina, Mississipi.
- Frafotskies de Insetos -
1811: Uma quantidade enorme de lagartas caiu do céu no Reino da Saxônia (reino que existiu durante 1806 até 1918 na Alemanha).
Maio de 1858: A revista Annales de la Societe Entomologique de France relatou que larvas de Besouros rinocerontes caíram do céu aos montes em Mortagne, na França.
- Frafotskies de Pássaros -
Novembro de 1896: Pássaros mortos foram vistos caindo do céu de Baton Rouge, Louisiana, em grande quantidade. Era um misto de espécies no qual haviam patos, pica-paus e andorinhas.
- Frafotskies de Sangue, cabelos e carne -
Primeiro de Agosto de 1869: Em um dia ensolarado no estado de Los Nietos (Califórnia), durante três minutos uma chuva torrencial de sangue, cabelos e carne humana caiu do céu na fazenda de J. Batson. A área coberta pelos restos chegava a 8000 km² e parte dos cabelos chegava à 6 cm de comprimento.
27 de Agosto de 1968: Durante cerca de cinco minutos, na área de 1 Km que se extende entre Caçapava e São José dos Campos (isso mesmo, aqui no Brasil!) houve uma chuva de sangue e carne.
Acha que acaba por aí? Muito pelo contrário. Na Índia um pedaço de gelo do tamanho de um elefante caiu do céu, chegando a ser registrado no Annual Report of the British Association for the Advancement of Science, e em Ramsgate houve uma chuva de 40 ~ 50 moedas de dinheiro. Nos EUA houve relatos até de nuvens de dólares que caíram do céu. Policiais apreenderam as notas e calcularam o valor total delas, concluindo que chegavam a sete mil dólares. Curiosamente, o dinheiro jamais foi requerido, como se não houvesse dono.
Conclusão: leve sempre um guarda-chuva com você quando for sair de casa. Você pode voltar, além de molhado, sujo de animais e sangue e, se der sorte, rico.
Este, chamado de "Fafrotskies" (abreviatura em inglês de "fall from the skies"), basicamente é descrito como chuvas de objetos que, ao longo dos tempos, têm sido vistos caindo do céu em diversas partes do mundo. Utilizada pela primeira vez pelo biólogo e ufólogo Ivan Sanderson, essa denominação se divide em duas categorias: orgânicas e inorgânicas. As do primeiro tipo incluem peixes, rãs, enguias, sapos, cobras, vermes, formigas, fungos, carne e sangue de animais. Já das inorgânicas fazem parte os tijolos, chapas metálicas, balas, pregos, carvão, neve fosforescente e os chamados cabelos de anjo (estranhas substâncias – consideradas por alguns ufólogos como orgânicas – que caem do céu e sublimam em seguida). Tais elementos caem sozinhos ou em chuvas, mas quase sempre em lugares de céu claro e limpo. Em casos raros, são coletados para análise e armazenados em recipientes herméticos que, ao serem abertos, desprendem mau cheiro. Entretanto, até o momento, não foram encontradas explicações plausíveis e conclusivas para esses fenômenos.
Alguns tentam explicar tais fenômenos alegando que os objetos caem do céu por conta da força de algum tornado, outros que são restos de comida de pássaros que sobrevoavam os locais, mas dezenas de casos que ocorreram pelo mundo todo (inclusive no Brasil) ainda estão sem soução. À seguir, os mais famosos:
Linha do Tempo de Fafrotskies inexplicados:
- Fafrotskies de Peixes -
1828: Joseph Muse alegou ter visto uma chuva de centenas de peixes de 10 ~ 18 cm de comprimento em Maryland, Cambridge.
1830: Peixes em decomposição "choveram" do céu na Índia.
1833: Em Fatehpur, também na Índia, 3000 ~ 4000 peixes desidratados caíram do céu.
Agosto de 1918: Nos arredores de Sunderland, também no Reino Unido, enguias mumificadas caíram do céu durante dez minutos.
1989: Durante uma garoa em Ipswich, Queensland (Austrália), Sardinhas começaram a cair do céu. Harold Degen, morador local, disse que a grama de seu quintal desaparecera sob a montanha de cerca de oitocentas Sardinhas que se formara ali.
- Fafrotskies de Sapos -
1922: Segundo o jornal Daily News do dia cinco de Setembro, uma chuva de sapos foi presenciada pelos moradores da cidade de Châlons-sur-Marne (atualmente chamada de Châlons-en-Champagne) durante dois dias.
12 de Junho de 1954: Silvia Mawdy refugiava-se com seu casal de filhos pequenos da chuva em Sutton Park, situado na cidade de Birmingham, quando disse ter presenciado uma chuva de sapos. Ela contou que os sapos caíam contra os guarda-chuvas das pessoas e depois para o chão, pulando ensandecidos, enojando os transeuntes.
1969: Segundo uma colunista de um renomeado jornal britânico, na cidade de Penn, situada em Buckingamshire, ocorrera uma chuva de sapos por lá também. Ela relatou o estranho fenômeno ao jornal London Sunday Express.
- Fafrotskies de Jacarés -
1877: Segundo o jornal The New York Times, J.L Smith contou que jacarés de cerca de 30 cm de comprimento caíram do céu em seu pomar, na Carolina do Norte. Ele contou também que eles pareciam ilesos e ao caírem, começaram a andar por lá como se nada tivesse acontecido.
1893: Na curva entre as ruas Wentworth e Anson, na cidade de Charleston (Carolina do Sul), um único jacaré foi visto caindo do céu.
- Frafotskies de Tartarugas -
11 de Maio de 1894: Segundo constou na revista Nature (publicada em 1930) uma tartaruga caiu do céu presa dentro de um pedaço de gelo, em Bovina, Mississipi.
- Frafotskies de Insetos -
1811: Uma quantidade enorme de lagartas caiu do céu no Reino da Saxônia (reino que existiu durante 1806 até 1918 na Alemanha).
Maio de 1858: A revista Annales de la Societe Entomologique de France relatou que larvas de Besouros rinocerontes caíram do céu aos montes em Mortagne, na França.
- Frafotskies de Pássaros -
Novembro de 1896: Pássaros mortos foram vistos caindo do céu de Baton Rouge, Louisiana, em grande quantidade. Era um misto de espécies no qual haviam patos, pica-paus e andorinhas.
- Frafotskies de Sangue, cabelos e carne -
Primeiro de Agosto de 1869: Em um dia ensolarado no estado de Los Nietos (Califórnia), durante três minutos uma chuva torrencial de sangue, cabelos e carne humana caiu do céu na fazenda de J. Batson. A área coberta pelos restos chegava a 8000 km² e parte dos cabelos chegava à 6 cm de comprimento.
27 de Agosto de 1968: Durante cerca de cinco minutos, na área de 1 Km que se extende entre Caçapava e São José dos Campos (isso mesmo, aqui no Brasil!) houve uma chuva de sangue e carne.
Acha que acaba por aí? Muito pelo contrário. Na Índia um pedaço de gelo do tamanho de um elefante caiu do céu, chegando a ser registrado no Annual Report of the British Association for the Advancement of Science, e em Ramsgate houve uma chuva de 40 ~ 50 moedas de dinheiro. Nos EUA houve relatos até de nuvens de dólares que caíram do céu. Policiais apreenderam as notas e calcularam o valor total delas, concluindo que chegavam a sete mil dólares. Curiosamente, o dinheiro jamais foi requerido, como se não houvesse dono.
Conclusão: leve sempre um guarda-chuva com você quando for sair de casa. Você pode voltar, além de molhado, sujo de animais e sangue e, se der sorte, rico.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Mistério na Noruega
Os habitantes da Noruega estão pirando por causa do que você vê na imagem acima. Essa 'espiral gigante' foi vista, fotografada e filmada por todo o país.
Veja aqui as imagens e vídeo
Seria tudo uma farsa? Talvez seja uma grande piada, mas todos os tipos de sites de notícias noruegueses estão relatando sobre isso. Segundo a NKR - canal de televisão nacional da Noruega, a 'espiral' poderia estar relacionada com um foguete disparado por um submarino russo no Mar Branco. Os russos estão negando qualquer ligação com isso neste momento. Nick Banbury, uma testemunha localizada em Narvik, descreveu como tudo aconteceu:
Estamos acostumados a ver várias auroras aqui no Ártico na Noruega, mas no meu caminho pro trabalho esta manhã vi algo completamente inesperado. Entre 7:50 e 8:00, horário local, havia uma estranha luz no céu. Consistia inicialmente de um feixe de luz verde similar ao da aurora com uma misteriosa espiral girando em uma das pontas. Esta espiral, em seguida, foi crescendo e crescendo até que se transformou em um enorme anel luminoso no céu com o raio verde estendendo-se até a Terra.
Por mais difícil que seja de acreditar, não se pode contestar o fato de que a estranha espiral foi testemunhada e registrada por milhares de pessoas de centenas de quilômetros de distância, o que significa que o fenômeno ocorreu em uma altitude muito elevada. Até Phil Trança da Bad Astronomy concorda que isto é real, e diz que provavelmente era um foguete de fora de controle.
Então eliminando qualquer piada épica coletiva, prepare-se para sua nova carga de alienígenas que pode chegar a qualquer momento. Podemos apenas esperar que eles sejam todos amantes da paz, loiros e com olhos azuis.
Fonte
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
As 10 fobias mais estranhas do planeta
10. Bromidrofobia
Medo de quê - Odores do corpo
Nível de pavor - Medroso
Ok, ninguém em sã consciência gosta de ter cecê ou chulé, cuidando da higiene pessoal para não exalar esses odores pelo corpo. Só que é quase impossível não rolar um bodunzinho ou outro de vez em quando, né? Pois é esse o pavor de quem sofre de bromidrofobia. Os "zé-limpinhos" tomam vários banhos por dia e, de tanta esfregação, chegam a ficar com a pele machucada. O medo de cheirar mal pode ser tão grande que muitos evitam qualquer atividade que gere transpiração.
9. Caetofobia
Medo de quê - Pelos e cabelos
Nível de pavor - Maricas
O ator Tony Ramos e o guitarrista Slash são o maior pesadelo de quem tem caetofobia. É que eles morrem de medo de pessoas muito peludas ou com uma baita cabeleira. Em geral, os "caetofóbicos" cortam o cabelo bem curtinho ou até raspam a cabeça. Alguns chegam a contratar alguém só para lavar seu cabelo e não ter que tocar na "coisa peluda"! No outro extremo, estão as vítimas de falacrofobia, o temor de ficar careca - aliás, o que seria o paraíso para os "caetofóbicos"...
8. Deipnofobia
Medo de quê - Jantar em família ou com amigos
Nível de pavor - Medroso
Para as pessoas com deipnofobia, basta sentar à mesa para uma singela refeição e está pronto o cenário do terror: elas aprontam o maior suador, sentem falta de ar e são tomadas por uma sensação de impotência. É que elas enxergam um jantarzinho como uma terrível ameaça, que trará à tona conflitos emocionais não resolvidos. A britânica Karen Tate, por exemplo, sempre tem um ataque de pânico quando vai a um restaurante com amigos, e não vê a hora de sair do lugar. Poderia aproveitar para não pagar a conta!
7. Eisoptrofobia
Medo de quê - Espelhos e de se olhar no espelho
Nível de pavor - Medroso
Em geral, a eisoptrofobia, ou medo de espelhos, está ligada ao temor diante do sobrenatural. As pessoas temem ver no reflexo do espelho fantasmas e outros seres. Superstições ligadas a esse objeto (como a crença de que quebrar um espelho dá sete anos de azar) também ajudam a aumentar a paranoia. Até mesmo a própria imagem da pessoa pode causar terror por se tratar de algo "não humano". A atriz Pamela Anderson é uma das pessoas que preferem sacrificar a vaidade a encarar um "espelho, espelho mau".
6. Hipopotomonstrosesquipedaliofobia
Medo de quê - Palavras grandes
Nível de pavor - Maricas
O próprio nome desta fobia - o palavrão gigante acima - já obriga quem sofre do distúrbio a confrontar seu medo: um temor irracional de palavras longas ou de uso pouco comum, como termos técnicos e médicos (por exemplo, linfangioleiomiomatose). Elas também evitam mencionar palavras estranhas ao vocabulário coloquial. Segundo os especialistas, essa paúra surge do medo de pronunciar a palavra de forma incorreta e, por isso, cair no ridículo.
5. Onfalofobia
Medo de quê - Umbigos
Nível de pavor - Maricas
Nunca encoste no umbigo de quem sofre de onfalofobia, pois o cara pode ter o maior ataque nervoso. Na verdade, essas pessoas também ficam nervosas só de ver um umbigo. Quando a coisa rola com mulheres grávidas, é ainda pior. É que elas têm o maior pavor de que seu umbigo cresça demais ou fique com o formato conhecido como couve-flor. Algumas mães chegam a tapar o umbigo dos bebês com curativos para não ver a "criatura".
4. Lachanofobia
Medo de quê - Vegetais
Nível de pavor - Maricão
Cenouras, amoras, abobrinhas. Vegetais "assassinos" como esses são os algozes de quem tem lachanofobia. A forma incomoda, a cor não agrada, a textura causa aversão e o cheiro, náuseas. Em geral, a pessoa tem medo de algum vegetal em particular. Um jovem americano, por exemplo, tinha pavor de pêssegos. Certo dia, ao entrar no chuveiro da casa da namorada e ver a imagem da fruta no rótulo de um xampu, deu o maior chilique e saiu correndo da casa...
3. Automatonofobia
Medo de quê - Autômatos e bonecos de cera
Nível de pavor - Maricas
Autômatos, como bonecos de ventríloquo, são artefatos que simulam ações humanas. Mas não para pessoas que têm automatonofobia. Para elas, inocentes bonequinhos de parque de diversões são verdadeiros monstros. A visão de algo que imita seres humanos causa tremedeiras, choro e paralisia. O "machão" Hugh Jackman, o Wolverine de X-Men, já admitiu morrer de medo do Chuckie, o brinquedo "assassino". Só não contem isso para o Prof. Xavier!
2. Filemafobia
Medo de quê - Beijar
Nível de pavor - Maricão
Não há Cupido que ajude. Para quem tem filemafobia, um simples beijo é sinônimo de pesadelo. A pessoa sente enjoos e fica com a boca seca e as mãos trêmulas. Em casos mais graves, chega a ter um ataque de pânico. Não rola nem beijo na bochecha a amigos e familiares. Para os estudiosos, esse transtorno está ligado a outro, a filofobia, o medo de se apaixonar. Ele também é fruto do temor de possíveis ações subsequentes ao beijo, como fazer sexo.
1. Caligenefobia
Medo de quê - Mulheres bonitas
Nível de pavor - Maricão
Também conhecido por venustrafobia, esse é o pavor sentido por alguns homens quando têm que interagir com - ui, que meda! - uma mulher bonita! Os caras sentem falta de ar, arritmia e muitos até vomitam. O bizarro terror de beldades é tamanho que alguns sujeitos até abandonam o emprego se tiver alguma gata no trabalho. Como forma de tratamento, o "coitado" é exposto a fotos e vídeos de mulheres bonitas, como Gisele Bündchen. Depois, ainda precisa encarar umas gatas em carne e osso. Ô problemão...
Fonte
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
[Posts antigos] - Como se formam os raios?
Seguinte... como eu tô sem nada pra postar no momento, vou trazer de volta uns posts de quando o blog tava começando e como era quase completamente desconhecido, quase ninguém viu.
Pra estrear essa série: Como se formam os raios?
Para que surjam raios, é necessário que, além das gotas de chuva, as nuvens de tempestade tenham em seu interior três ingredientes: cristais de gelo, água quase congelada e granizo. Tais elementos se formam na faixa entre 2 e 10 quilômetros de altitude, onde a temperatura fica entre 0 ºC e -50 ºC. Com o ar revolto no interior da nuvem, esses elementos são lançados pra lá e pra cá, chocando-se uns contra os outros. Com isso, acabam trocando de carga entre si: alguns vão ficando cada vez mais positivos, e outros, mais negativos. Os mais pesados, como o granizo e as gotas de chuva, tendem a ficar negativos.
Por causa da gravidade, o granizo e as gotas de chuva se acumulam na parte de baixo, que vai concentrando carga negativa. Mais leves, os cristais de gelo e a água quase congelada são levados por correntes de ar para cima, deixando o topo mais positivo. Começa a se formar um campo elétrico, como se a nuvem fosse uma grande pilha. Essa dupla polaridade da nuvem é reforçada ainda por dois fenômenos físicos externos a ela. Acima, na região da ionosfera, os raios solares interagem com moléculas de ar, formando mais íons negativos. No solo, por outro lado, diversos fatores contribuem para que a superfície fique eletricamente positiva. Essa polarização da nuvem cria um campo elétrico descomunal: se as redes de alta tensão têm cerca de 10 mil W (watts) de potência, no céu nublado a coisa chega a 1 000 GW (gigawatts)! Tamanha tensão começa a ionizar o ar em volta da nuvem – ou seja, ele passa de gás para plasma, o chamado quarto estado da matéria.
Começa então a se formar um caminho de plasma em direção ao solo. Por ter elétrons livres, o plasma é um bom condutor de eletricidade. Com isso, acaba fazendo a ponte até a superfície para que a tensão da nuvem possa ser descarregada. Enquanto o tronco principal desce rumo ao solo, surgem novos ramos tentando abrir passagem. Quando um tronco principal está próximo do solo, começa a surgir uma massa de plasma na superfície. Essa massa vai subir até se conectar com o veio que desce e, então, fechar o circuito. É por isso que, se alguém estiver perto de onde o fenômeno está rolando, vai perceber os pelos do corpo se eriçando. Quando o caminho se fecha, rola uma troca de cargas entre a superfície e a nuvem e - zap! - temos o relâmpago! A espetacular faísca é fruto do aquecimento do ar, enquanto o ribombar do trovão vem da rápida expansão da camada de ar. Desde o surgimento do tronco de plasma até rolar o corisco, se passa apenas cerca de 0,1 segundo.
É verdade que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar?
Não, isso é mito. Quando o tronco principal de um raio alcança o solo, todas as suas ramificações tentam usar esse caminho aberto e, às vezes, caem no local exato do primeiro relâmpago. Já foram observadas até 32 descargas no mesmo lugar!
Pessoas com metais no corpo têm mais risco de ser atingidas por um raio?
Outra lorota. Os metais que porventura trazemos no corpo – como próteses, pinos e aparelho dentário – são muito pequenos para que o raio os considere como um atalho para o solo. Agora, árvores, sim, são bons atalhos. Ou seja, não fique perto de uma durante um toró!
É perigoso nadar durante uma tempestade?
Sim, pois a água conduz bem a eletricidade. Se você estiver no mar e um raio cair a menos de 50 metros, você tem grande risco de receber toda a força da descarga. Em piscinas é ainda pior, pois o chocão também pode chegar pelas tubulações metálicas.
O que acontece quando alguém é atingido por um relâmpago?
Se o raio cair exatamente em cima do sujeito, é quase certo que ele seja reduzido a um toquinho carbonizado, já que o corisco gera aquecimento de quase 30 mil graus Celsius! Caso ele caia a até 50 metros do cara, é grande o risco de rolar parada cardíaca e queimaduras.
É perigoso falar ao telefone durante um temporal?
Se for um telefone com fio, é. Assim como um raio pode atingir um poste e se propagar pela fiação elétrica da casa, queimando eletrodomésticos, ele pode viajar pela linha telefônica até fritar a orelha da pessoa. Telefones sem fio e celulares não têm esse risco.
Fonte
Pra estrear essa série: Como se formam os raios?
Por causa da gravidade, o granizo e as gotas de chuva se acumulam na parte de baixo, que vai concentrando carga negativa. Mais leves, os cristais de gelo e a água quase congelada são levados por correntes de ar para cima, deixando o topo mais positivo. Começa a se formar um campo elétrico, como se a nuvem fosse uma grande pilha. Essa dupla polaridade da nuvem é reforçada ainda por dois fenômenos físicos externos a ela. Acima, na região da ionosfera, os raios solares interagem com moléculas de ar, formando mais íons negativos. No solo, por outro lado, diversos fatores contribuem para que a superfície fique eletricamente positiva. Essa polarização da nuvem cria um campo elétrico descomunal: se as redes de alta tensão têm cerca de 10 mil W (watts) de potência, no céu nublado a coisa chega a 1 000 GW (gigawatts)! Tamanha tensão começa a ionizar o ar em volta da nuvem – ou seja, ele passa de gás para plasma, o chamado quarto estado da matéria.
Começa então a se formar um caminho de plasma em direção ao solo. Por ter elétrons livres, o plasma é um bom condutor de eletricidade. Com isso, acaba fazendo a ponte até a superfície para que a tensão da nuvem possa ser descarregada. Enquanto o tronco principal desce rumo ao solo, surgem novos ramos tentando abrir passagem. Quando um tronco principal está próximo do solo, começa a surgir uma massa de plasma na superfície. Essa massa vai subir até se conectar com o veio que desce e, então, fechar o circuito. É por isso que, se alguém estiver perto de onde o fenômeno está rolando, vai perceber os pelos do corpo se eriçando. Quando o caminho se fecha, rola uma troca de cargas entre a superfície e a nuvem e - zap! - temos o relâmpago! A espetacular faísca é fruto do aquecimento do ar, enquanto o ribombar do trovão vem da rápida expansão da camada de ar. Desde o surgimento do tronco de plasma até rolar o corisco, se passa apenas cerca de 0,1 segundo.
É verdade que um raio não cai duas vezes no mesmo lugar?
Não, isso é mito. Quando o tronco principal de um raio alcança o solo, todas as suas ramificações tentam usar esse caminho aberto e, às vezes, caem no local exato do primeiro relâmpago. Já foram observadas até 32 descargas no mesmo lugar!
Pessoas com metais no corpo têm mais risco de ser atingidas por um raio?
Outra lorota. Os metais que porventura trazemos no corpo – como próteses, pinos e aparelho dentário – são muito pequenos para que o raio os considere como um atalho para o solo. Agora, árvores, sim, são bons atalhos. Ou seja, não fique perto de uma durante um toró!
É perigoso nadar durante uma tempestade?
Sim, pois a água conduz bem a eletricidade. Se você estiver no mar e um raio cair a menos de 50 metros, você tem grande risco de receber toda a força da descarga. Em piscinas é ainda pior, pois o chocão também pode chegar pelas tubulações metálicas.
O que acontece quando alguém é atingido por um relâmpago?
Se o raio cair exatamente em cima do sujeito, é quase certo que ele seja reduzido a um toquinho carbonizado, já que o corisco gera aquecimento de quase 30 mil graus Celsius! Caso ele caia a até 50 metros do cara, é grande o risco de rolar parada cardíaca e queimaduras.
É perigoso falar ao telefone durante um temporal?
Se for um telefone com fio, é. Assim como um raio pode atingir um poste e se propagar pela fiação elétrica da casa, queimando eletrodomésticos, ele pode viajar pela linha telefônica até fritar a orelha da pessoa. Telefones sem fio e celulares não têm esse risco.
Fonte
terça-feira, 3 de novembro de 2009
O mau-humor pode fazer bem
"Não é bom estar sempre de bom humor". Esta é a conclusão de um estudo que constatou que pessoas mal-humoradas tem a inteligência mais aguçada.
A pesquisa foi feita por um cientista australiano e publicada na edição mais recente da revista científica Australasian Science.
Segundo o professor Joseph Forgas, da Universidade de Nova Gales do Sul (Sydney), "a tristeza e o mau humor melhoram a capacidade de julgar os outros e também aumentam a memória". Além disso, conforme ele, quanto menor o estado de ânimo de uma pessoa, maior pode ser sua capacidade de argumentar opiniões por escrito.
"Enquanto um estado de ânimo positivo facilita a criatividade, a flexibilidade e a cooperação, o mau humor melhora a atenção e facilita um pensamento mais prudente. Nossa pesquisa sugere que a tristeza melhora as estratégias para processar a informação em situações difíceis", destaca o estudo.
A pesquisa foi realizada a partir de uma série de experimentos que manipulava o estado de encorajamento dos participantes, por meio de filmes e lembranças positivas ou negativas.
Fonte: Veja
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Tá explicada a minha mudança de personalidade de uns anos pra cá... Adorei saber disso xD
sábado, 31 de outubro de 2009
É preciso temer o fim do mundo em 2012?
Segue aí uma reportagem muito interessante retirada do site da revista Veja, sobre as teorias do fim do mundo:
O ano de 2012 tornou-se o centro de gravidade do fim do mundo devido a uma confluência de achados proféticos. Primeiro, surgiu a tese de que a Terra será destruída com a volta do planeta Nibiru em 2012. Depois, veio à tona que o calendário dos maias, uma das esplêndidas civilizações da América Central pré-colombiana, acaba em 21 dezembro de 2012, sugerindo que se os maias, que eram tão entendidos em astronomia, encerraram as contas dos dias e das noites nesta data é porque depois dela não haverá mais o que contar.
Depois de Nibiru e dos maias, apareceram os eternos intérpretes de Nostradamus e, em seguida, vieram os especialistas em eventos geológicos e astronômicos com um vasto cardápio de catástrofes: reversão do campo magnético da Terra, mudança no eixo de rotação do planeta, bombardeio de raios letais disparados do centro da Via Láctea, devastadora tempestade solar e um derradeiro alinhamento planetário em que a Terra ficará no centro da nossa galáxia – tudo em 2012 ou, como anteciparam os maias, tudo precisamente em 21 de dezembro de 2012.
Com tantas evidências, a profecia ganhou as ruas. No dia 13 de novembro, terá lugar a estreia mundial de 2012, uma superprodução de Hollywood que conta a saga dos que tentam desesperadamente sobreviver à catástrofe final. No site da Amazon, há 275 livros sobre 2012. Nos Estados Unidos, já abriram lojas vendendo produtos para o apocalipse. Os itens mais vendidos são pastilha purificadora de água, usada pelo Exército americano, e potes de magnésio, bons para acender fogo. É sinal de que os compradores estão preocupados com água e fogo, numa volta ao tempo das cavernas.
Na Universidade Cornell, que mantém um site sobre curiosidades do público a respeito de astronomia, disparou o número de perguntas sobre 2012. Há os que se divertem, pois não acreditam na profecia. Entre os que acreditam, os sentimentos vão da tensa preocupação, como é o caso de Patrick Geryl, autor de três livros sobre 2012, todos publicados no Brasil, até o pavor incontrolável. O fim do mundo é uma ideia que nos aterroriza - e, nesse formidável paradoxo que somos nós, também pode ser a ideia que mais nos acalma e nos consola. Por isso é que ela existe.
No inventário dos fracassos humanos, talvez não haja proposta tão malsucedida quanto à de marcar data para o fim do mundo. Falhou 100% das vezes, mas continua a se espalhar com saúde e vigor, resistindo ao tempo, à razão e à ciência. As tentativas de explicar esse fenômeno são uma viagem fascinante pela alma, pela psique, pelo cérebro humano.
Uma das explicações atualmente mais aceitas está no fato de que o nosso cérebro é uma máquina programada para extrair sentido do mundo. Assim, somos levados a atribuir ordem e significado às coisas, mesmo onde tudo é aleatório, casual e fortuito. As constelações de estrelas no céu, por exemplo, são uma criação mental através da qual organizamos o caos estelar. Ao enxergar as constelações de Órion ou Andrômeda, encontramos ordem e sentido. O dado complicador é que a vida, no céu e na terra, deve muito mais às contingências do acaso do que ao determinismo. O espermatozóide que fecundou o óvulo que gerou Albert Einstein foi um produto do acaso, resultado de uma disputa entre espermatozóides resolvida por milésimos de segundo. Assim como aconteceu, podia não ter acontecido.
Nenhuma das hipóteses do fim do mundo para 2012 mencionadas nesta reportagem faz sentido. O planeta Nibiru, que voltaria em 2012 ameaçando a Terra, nem sequer existe. Os maias, cultura cujo auge deu-se entre os anos 300 e 900 da era cristã, tinham três calendários - o divino, o civil e o de longa contagem, que acaba em 2012. "Mas os maias nunca disseram que isso era o fim do mundo", afirma David Stuart, da Universidade do Texas, considerado um dos maiores especialistas do mundo em epigrafia maia. Uma mudança no eixo de rotação da Terra é simplesmente impossível. "Isso nunca aconteceu e nunca acontecerá", garante David Morrison, cientista da Nasa, agência espacial americana.
Reversão do campo magnético da Terra? Acontece de vez em quando, de 400.000 em 400.000 anos, e não causa nenhum mal à vida na Terra. Tempestade solar? Também acontece e em nada nos afeta. Derradeiro alinhamento planetário em que a Terra ficará no centro da galáxia? Não haverá nenhum alinhamento planetário em 2012 e, bem, quem souber onde fica o centro da nossa galáxia ganha uma viagem interplanetária.
********
Eu ri desse final xD
O ano de 2012 tornou-se o centro de gravidade do fim do mundo devido a uma confluência de achados proféticos. Primeiro, surgiu a tese de que a Terra será destruída com a volta do planeta Nibiru em 2012. Depois, veio à tona que o calendário dos maias, uma das esplêndidas civilizações da América Central pré-colombiana, acaba em 21 dezembro de 2012, sugerindo que se os maias, que eram tão entendidos em astronomia, encerraram as contas dos dias e das noites nesta data é porque depois dela não haverá mais o que contar.
Depois de Nibiru e dos maias, apareceram os eternos intérpretes de Nostradamus e, em seguida, vieram os especialistas em eventos geológicos e astronômicos com um vasto cardápio de catástrofes: reversão do campo magnético da Terra, mudança no eixo de rotação do planeta, bombardeio de raios letais disparados do centro da Via Láctea, devastadora tempestade solar e um derradeiro alinhamento planetário em que a Terra ficará no centro da nossa galáxia – tudo em 2012 ou, como anteciparam os maias, tudo precisamente em 21 de dezembro de 2012.
Com tantas evidências, a profecia ganhou as ruas. No dia 13 de novembro, terá lugar a estreia mundial de 2012, uma superprodução de Hollywood que conta a saga dos que tentam desesperadamente sobreviver à catástrofe final. No site da Amazon, há 275 livros sobre 2012. Nos Estados Unidos, já abriram lojas vendendo produtos para o apocalipse. Os itens mais vendidos são pastilha purificadora de água, usada pelo Exército americano, e potes de magnésio, bons para acender fogo. É sinal de que os compradores estão preocupados com água e fogo, numa volta ao tempo das cavernas.
Na Universidade Cornell, que mantém um site sobre curiosidades do público a respeito de astronomia, disparou o número de perguntas sobre 2012. Há os que se divertem, pois não acreditam na profecia. Entre os que acreditam, os sentimentos vão da tensa preocupação, como é o caso de Patrick Geryl, autor de três livros sobre 2012, todos publicados no Brasil, até o pavor incontrolável. O fim do mundo é uma ideia que nos aterroriza - e, nesse formidável paradoxo que somos nós, também pode ser a ideia que mais nos acalma e nos consola. Por isso é que ela existe.
No inventário dos fracassos humanos, talvez não haja proposta tão malsucedida quanto à de marcar data para o fim do mundo. Falhou 100% das vezes, mas continua a se espalhar com saúde e vigor, resistindo ao tempo, à razão e à ciência. As tentativas de explicar esse fenômeno são uma viagem fascinante pela alma, pela psique, pelo cérebro humano.
Uma das explicações atualmente mais aceitas está no fato de que o nosso cérebro é uma máquina programada para extrair sentido do mundo. Assim, somos levados a atribuir ordem e significado às coisas, mesmo onde tudo é aleatório, casual e fortuito. As constelações de estrelas no céu, por exemplo, são uma criação mental através da qual organizamos o caos estelar. Ao enxergar as constelações de Órion ou Andrômeda, encontramos ordem e sentido. O dado complicador é que a vida, no céu e na terra, deve muito mais às contingências do acaso do que ao determinismo. O espermatozóide que fecundou o óvulo que gerou Albert Einstein foi um produto do acaso, resultado de uma disputa entre espermatozóides resolvida por milésimos de segundo. Assim como aconteceu, podia não ter acontecido.
Nenhuma das hipóteses do fim do mundo para 2012 mencionadas nesta reportagem faz sentido. O planeta Nibiru, que voltaria em 2012 ameaçando a Terra, nem sequer existe. Os maias, cultura cujo auge deu-se entre os anos 300 e 900 da era cristã, tinham três calendários - o divino, o civil e o de longa contagem, que acaba em 2012. "Mas os maias nunca disseram que isso era o fim do mundo", afirma David Stuart, da Universidade do Texas, considerado um dos maiores especialistas do mundo em epigrafia maia. Uma mudança no eixo de rotação da Terra é simplesmente impossível. "Isso nunca aconteceu e nunca acontecerá", garante David Morrison, cientista da Nasa, agência espacial americana.
Reversão do campo magnético da Terra? Acontece de vez em quando, de 400.000 em 400.000 anos, e não causa nenhum mal à vida na Terra. Tempestade solar? Também acontece e em nada nos afeta. Derradeiro alinhamento planetário em que a Terra ficará no centro da galáxia? Não haverá nenhum alinhamento planetário em 2012 e, bem, quem souber onde fica o centro da nossa galáxia ganha uma viagem interplanetária.
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Eu ri desse final xD
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
O que é exatamente a Areia Movediça?
Elas são comuns em filmes e desenhos animados, onde sempre tem um personagem que cai e, lentamente, desaparece no meio da areia. Mas será que isso realmente acontece?
Na realidade, a areia movediça se forma quando a areia esta saturada de água. Então, ocorre um fluxo de finas e pequenas partículas de areia, fazendo com que essa areia se comporte como um líquido. A viscosidade (dificuldade de se movimentar) da areia movediça aumenta conforme você faz movimentos bruscos, portanto o segredo é movimentar-se devagar e tentar boiar, o que é muito fácil devido à densidade da areia movediça, mas não tão fácil considerando seu desespero ao cair em uma dela.
Então, o que aparece nos desenhos e filmes é apenas um mito. Não temos como afundar em uma areia movediça devido a nossa densidade que é menor que a da areia movediça e, conseqüentemente, nos fará flutuar.
Concluindo: a areia movediça é como se fosse uma “sopa de água e areia” e pode ser encontrada em lugares como: beira de rios, praias, beira de lagos, desertos e mangues.
No entanto, a areia movediça mata muita gente porque, ao cair nela, a pessoa fica desesperada e não consegue sair, matando-la, na maioria das vezes, por desidratação.
Portanto, se você encontrar um poço de areia movediça e cair nele, a única coisa que você deve fazer é ficar calmo, se mover lentamente, tentar boiar e procurar um apoio para sair.
Fonte: Curiofísica
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
É verdade que o "quac" dos patos não faz eco?
Não. O mito caiu por terra em 2003, após a experiência de um especialista em acústica da Universidade de Salford, na Inglaterra. O professor Trevor Cox pegou a pata Dayse ("Margarida", em inglês) e a colocou dentro de uma câmara anecóica (que não produz eco nenhum), e depois em uma câmara de reverberação (repleta de ecos). Gravou os quacs da ave nas duas câmaras e os analisou com a ajuda de programas de computador. Resultado: o quac tem, sim, eco, mas ele é quase inaudível por causa da forma como é emitido.
Os patos fazem um "quaaaac" bem demorado, que começa alto e termina baixinho. Isso "disfarça" o eco e faz com que ele praticamente não seja percebido. Na real, todo som é capaz de ecoar. "É preciso ficar claro que não é o som em si que emite eco, mas as superfícies que refletem as ondas sonoras emitidas pela fonte", diz Sylvio Bistafa, professor de acústica da Universidade de São Paulo (USP). O eco nada mais é que uma reflexão de som que chega ao ouvinte pouco tempo depois de o som direto ter sido emitido. Para ecoar, a superfície que reflete o som tem que ser feita de um material polido e denso, que não absorva o som, e que esteja a mais de 17 metros de distância da fonte emissora.
Objetos macios como cortinas e madeira absorvem as ondas e quase não refletem o som - por isso as paredes dos auditórios são cobertas por esses materiais. Todo o estudo sobre o que leva o eco do quac a quase passar batido ajudará na melhora de ambientes onde ecos são indesejados, como salas de concerto, teatro e cinema.
Fonte: Mundo Estranho
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Pior que eu postei aqui uma lista que dizia que o "quac" não produz eco... fail.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Antes do Big-Bang
Não existe uma teoria comprovada, e provavelmente ainda levará muito tempo para descobrirmos o que aconteceu antes do Big-Bang. Isso porque o próprio conceito do big-bang (“grande explosão”) ainda é polêmico. Ele estipula que o Universo surgiu de um ponto (ou “singularidade”) sem volume, mas com densidade e temperatura monstruosos, quase incalculáveis. Para completar, diz ainda que as leis da física conhecidas não se aplicariam no seu caso. Por causa disso, muitos cientistas duvidam da Teoria do Big-Bang e sugerem outros modelos para a formação do Universo. Entre os que acreditam que a grande explosão tenha acontecido, porém, a teoria M é uma das mais aceitas para explicar o que havia antes de tudo.
Veja as principais teorias:
Veja as principais teorias:
GRANDE ACIDENTE (1969)
Nosso Universo é composto de uma série de forças que se anulam. A energia resultante é zero. Se o Universo é um zero absoluto, nada é preciso para originá-lo! É o que dizem os acidentalistas: antes do Universo não havia tempo, espaço ou matéria. Por acidente, uma “flutuação” nessa espécie de vácuo originou o nosso Universo. Seu formulador foi o físico Edward P. Tryon, do Hunter College (EUA).TEORIA M (1995)
Existem universos paralelos ao nosso. O big-bang teria sido resultado do choque entre dois deles: a energia da colisão teria gerado a matéria e a energia em nosso Universo. E mais: o big-bang pode ter sido apenas o último choque de uma série, sendo que os universos deverão se colidir de novo no futuro. Seus formuladores foram os adeptos da Teoria das Supercordas e professores da Universidade de Princeton (EUA),GRAVIDADE QUÂNTICA EM LOOP (2007)
Existia antes um outro universo, que encolheu gradativamente até um minúsculo ponto, que então sofreu o big-bang e virou o Universo atual. E nós estamos fadados ao mesmo destino: nosso Universo irá crescer até certo tamanho, então começará a diminuir até que não possa mais encolher e vire um universo novo. Pesquisador: Martin Bojowald, da Universidade do Estado da Pensilvânia (EUA) e seguidores.FLECHA DO TEMPO (2008)
Nosso Universo teria “pipocado” dentro de um universo mãe feito de um tipo de vácuo gigante. Na verdade, esta teoria tenta explicar por que o tempo só anda em uma direção: porque foi ordenado assim desde o começo. Fora de nosso Universo, porém, as leis da física relacionadas ao tempo poderiam ser diferentes. Foram os cientistas da Sociedade Astronômica Americana e do Instituto de Tecnologia da Califórnia (EUA) que bolaram essa teoria.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Fazendo uma bola de fogo
Gostaria de aprender a fazer uma bola de fogo que pudesse segurar sem se queimar?
Então dá uma zoiada nesse vídeo:
Dá licença que eu vou ali do lado comprar umas coisinhas...
See ya.
Então dá uma zoiada nesse vídeo:
Dá licença que eu vou ali do lado comprar umas coisinhas...
(Lembrando que não nos responsabilizamos por qualquer acidente, não somos os autores do vídeo)
See ya.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
E se todas as pessoas peidassem ao mesmo tempo?
Um pum simultâneo dos 6,5 bilhões de humanos liberaria 19,5 milhões de litros de metano - o equivalente a 2 mil caminhões que transportam esse tipo de gás. Apesar de o metano ser 20 vezes mais potente do que o gás carbônico para provocar o efeito estufa, o volume de uma bufa mundial não mudaria a rotina do planeta. Até o fedor seria comum, demorando 10 a 20 segundos para se dissipar no ar, como qualquer peido individual.
E SE TWITÁSSEMOS AO MESMO TEMPO?
Digitaríamos 910 bilhões de caracteres - o suficiente para preencher o conteúdo de 260 mil Bíblias. Isso equivale a oito dias da produção brasileira do livro sagrado - a maior do mundo, com 12 milhões de exemplares anuais
E SE TODOS DESSEM DESCARGA JUNTOS?
Seria uma grande cagada para o meio ambiente: 65 bilhões de litros indo pelo cano daria para 59 milhões de pessoas passar o dia, usando a água para beber, preparar alimentos e se higienizar, segundo a ONU
E SE TODO MUNDO FIZESSE COCÔ AO MESMO TEMPO?
Um "número 2" global, com 975 mil toneladas, encheria três vezes o Brasil Maru - maior cargueiro do mundo, com 340 m de comprimento por 60 m de largura
E SE TODO MUNDO ESPIRRASSE JUNTO?
Além de espalhar a gripe suína, o volume encheria umas 370 mil latas de refri - equivalente a 30 segundos da produção anual de bebidas da Coca-Cola. Saindo a 160 km/h, os 0,02 ml de cada espirro viram 40 mil gotículas
E SE ROLASSE UMA ASSEMBLEIA GERAL?
Para reunir todo mundo, um território de 13 milhões de km2 daria conta do recado. O país ideal para abrigar a galera seria Montenegro, na região dos Bálcãs, Leste Europeu. Cada presente teria 2 m² para ocupar.
- Vi aqui -
E SE TWITÁSSEMOS AO MESMO TEMPO?
Digitaríamos 910 bilhões de caracteres - o suficiente para preencher o conteúdo de 260 mil Bíblias. Isso equivale a oito dias da produção brasileira do livro sagrado - a maior do mundo, com 12 milhões de exemplares anuais
E SE TODOS DESSEM DESCARGA JUNTOS?
Seria uma grande cagada para o meio ambiente: 65 bilhões de litros indo pelo cano daria para 59 milhões de pessoas passar o dia, usando a água para beber, preparar alimentos e se higienizar, segundo a ONU
E SE TODO MUNDO FIZESSE COCÔ AO MESMO TEMPO?
Um "número 2" global, com 975 mil toneladas, encheria três vezes o Brasil Maru - maior cargueiro do mundo, com 340 m de comprimento por 60 m de largura
E SE TODO MUNDO ESPIRRASSE JUNTO?
Além de espalhar a gripe suína, o volume encheria umas 370 mil latas de refri - equivalente a 30 segundos da produção anual de bebidas da Coca-Cola. Saindo a 160 km/h, os 0,02 ml de cada espirro viram 40 mil gotículas
E SE ROLASSE UMA ASSEMBLEIA GERAL?
Para reunir todo mundo, um território de 13 milhões de km2 daria conta do recado. O país ideal para abrigar a galera seria Montenegro, na região dos Bálcãs, Leste Europeu. Cada presente teria 2 m² para ocupar.
- Vi aqui -
sábado, 20 de junho de 2009
A diferença de tamanho entre planetas e estrelas
Clique nas imagens para ampliar



Antares é a 15ª estrela mais brilhante no céu e está a mais de 1000 anos-luz de distância

Inúmeras galáxias inteiras a bilhões de anos-luz vistas de um teléscopio Hubble de campo infravermelho ultra profundo
Ampliação de uma área escura qualquer da foto acima
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Interessante, não?
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See ya.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
O que vem a ser um buraco negro?

Até Albert Einstein duvidou da existência de buracos negros no espaço, a prova disso é uma declaração que fez em 1939 em um famoso trabalho onde deixou claro que buracos negros não existiam. Estudos posteriores mostraram exatamente o contrário, a morte das estrelas comprovou a existência desses misteriosos buracos.
Uma estrela é basicamente uma bola de gás comprimida com grande quantidade de energia. Essa energia é proveniente da fusão nuclear presente no interior das estrelas. Se uma estrela for muito grande (aproximadamente 20 vezes a massa do sol) e começar a perder energia, ela se transformará em um buraco negro.
Mas o que vem a ser um buraco negro?
É um corpo espacial muito denso, ou seja, tem muita massa e pouco volume. Por esse motivo têm uma gravidade muito forte. Essa força é capaz de atrair até a luz, por isso o termo buraco negro.
Toda forma de matéria e energia que passa pela zona vizinha ao buraco negro, fica presa para sempre. Teoricamente, o buraco negro pode ter qualquer tamanho, de um pequeno microscópio a gigantesco, tendo três características específicas: massa, spin e carga elétrica.
Verdades sobre a ida a um buraco negro:
- Com certeza o ambiente não seria muito aconchegante dentro desse astro, uma pessoa provavelmente não sobreviveria a esta viagem, a gravidade iria exercer forças irresistíveis e o corpo seria desmanchado de forma agressiva.
- Qualquer corpo que se aproximasse de um buraco negro se transformaria em uma máquina de radiografia ambulante, pois a emissão de raios X é muito elevada nesse ambiente espacial.
Vi aqui
Poxa, sempre quis ver um ;P
See ya.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Como se formam os raios?
Para que surjam raios, é necessário que, além das gotas de chuva, as nuvens de tempestade tenham em seu interior três ingredientes: cristais de gelo, água quase congelada e granizo. Tais elementos se formam na faixa entre 2 e 10 quilômetros de altitude, onde a temperatura fica entre 0 ºC e -50 ºC. Com o ar revolto no interior da nuvem, esses elementos são lançados pra lá e pra cá, chocando-se uns contra os outros. Com isso, acabam trocando de carga entre si: alguns vão ficando cada vez mais positivos, e outros, mais negativos. Os mais pesados, como o granizo e as gotas de chuva, tendem a ficar negativos.
Por causa da gravidade, o granizo e as gotas de chuva se acumulam na parte de baixo, que vai concentrando carga negativa. Mais leves, os cristais de gelo e a água quase congelada são levados por correntes de ar para cima, deixando o topo mais positivo. Começa a se formar um campo elétrico, como se a nuvem fosse uma grande pilha. Essa dupla polaridade da nuvem é reforçada ainda por dois fenômenos físicos externos a ela. Acima, na região da ionosfera, os raios solares interagem com moléculas de ar, formando mais íons negativos. No solo, por outro lado, diversos fatores contribuem para que a superfície fique eletricamente positiva. Essa polarização da nuvem cria um campo elétrico descomunal: se as redes de alta tensão têm cerca de 10 mil W (watts) de potência, no céu nublado a coisa chega a 1 000 GW (gigawatts)! Tamanha tensão começa a ionizar o ar em volta da nuvem – ou seja, ele passa de gás para plasma, o chamado quarto estado da matéria.
Começa então a se formar um caminho de plasma em direção ao solo. Por ter elétrons livres, o plasma é um bom condutor de eletricidade. Com isso, acaba fazendo a ponte até a superfície para que a tensão da nuvem possa ser descarregada. Enquanto o tronco principal desce rumo ao solo, surgem novos ramos tentando abrir passagem. Quando um tronco principal está próximo do solo, começa a surgir uma massa de plasma na superfície. Essa massa vai subir até se conectar com o veio que desce e, então, fechar o circuito. É por isso que, se alguém estiver perto de onde o fenômeno está rolando, vai perceber os pelos do corpo se eriçando. Quando o caminho se fecha, rola uma troca de cargas entre a superfície e a nuvem e - zap! - temos o relâmpago! A espetacular faísca é fruto do aquecimento do ar, enquanto o ribombar do trovão vem da rápida expansão da camada de ar. Desde o surgimento do tronco de plasma até rolar o corisco, se passa apenas cerca de 0,1 segundo.
DÚVIDAS ELETRIZANTES
Descubra as principais curiosidades em relação aos relâmpagos
É VERDADE QUE UM RAIO NÃO CAI DUAS VEZES NO MESMO LUGAR?
Não, isso é mito. Quando o tronco principal de um raio alcança o solo, todas as suas ramificações tentam usar esse caminho aberto e, às vezes, caem no local exato do primeiro relâmpago. Já foram observadas até 32 descargas no mesmo lugar!
PESSOAS COM METAIS NO CORPO TÊM MAIS RISCO DE SER ATINGIDAS POR UM RAIO?
Outra lorota. Os metais que porventura trazemos no corpo – como próteses, pinos e aparelho dentário – são muito pequenos para que o raio os considere como um atalho para o solo. Agora, árvores, sim, são bons atalhos. Ou seja, não fique perto de uma durante um toró!
É PERIGOSO NADAR DURANTE UMA TEMPESTADE?
Sim, pois a água conduz bem a eletricidade. Se você estiver no mar e um raio cair a menos de 50 metros, você tem grande risco de receber toda a força da descarga. Em piscinas é ainda pior, pois o chocão também pode chegar pelas tubulações metálicas.
O QUE ACONTECE QUANDO ALGUÉM É ATINGIDO POR UM RELÂMPAGO?
Se o raio cair exatamente em cima do sujeito, é quase certo que ele seja reduzido a um toquinho carbonizado, já que o corisco gera aquecimento de quase 30 mil graus Celsius! Caso ele caia a até 50 metros do cara, é grande o risco de rolar parada cardíaca e queimaduras.
É PERIGOSO FALAR AO TELEFONE DURANTE UM TEMPORAL?
Se for um telefone com fio, é. Assim como um raio pode atingir um poste e se propagar pela fiação elétrica da casa, queimando eletrodomésticos, ele pode viajar pela linha telefônica até fritar a orelha da pessoa. Telefones sem fio e celulares não têm esse risco.
Vi aqui
See ya.
Por causa da gravidade, o granizo e as gotas de chuva se acumulam na parte de baixo, que vai concentrando carga negativa. Mais leves, os cristais de gelo e a água quase congelada são levados por correntes de ar para cima, deixando o topo mais positivo. Começa a se formar um campo elétrico, como se a nuvem fosse uma grande pilha. Essa dupla polaridade da nuvem é reforçada ainda por dois fenômenos físicos externos a ela. Acima, na região da ionosfera, os raios solares interagem com moléculas de ar, formando mais íons negativos. No solo, por outro lado, diversos fatores contribuem para que a superfície fique eletricamente positiva. Essa polarização da nuvem cria um campo elétrico descomunal: se as redes de alta tensão têm cerca de 10 mil W (watts) de potência, no céu nublado a coisa chega a 1 000 GW (gigawatts)! Tamanha tensão começa a ionizar o ar em volta da nuvem – ou seja, ele passa de gás para plasma, o chamado quarto estado da matéria.
Começa então a se formar um caminho de plasma em direção ao solo. Por ter elétrons livres, o plasma é um bom condutor de eletricidade. Com isso, acaba fazendo a ponte até a superfície para que a tensão da nuvem possa ser descarregada. Enquanto o tronco principal desce rumo ao solo, surgem novos ramos tentando abrir passagem. Quando um tronco principal está próximo do solo, começa a surgir uma massa de plasma na superfície. Essa massa vai subir até se conectar com o veio que desce e, então, fechar o circuito. É por isso que, se alguém estiver perto de onde o fenômeno está rolando, vai perceber os pelos do corpo se eriçando. Quando o caminho se fecha, rola uma troca de cargas entre a superfície e a nuvem e - zap! - temos o relâmpago! A espetacular faísca é fruto do aquecimento do ar, enquanto o ribombar do trovão vem da rápida expansão da camada de ar. Desde o surgimento do tronco de plasma até rolar o corisco, se passa apenas cerca de 0,1 segundo.
DÚVIDAS ELETRIZANTES
Descubra as principais curiosidades em relação aos relâmpagos
É VERDADE QUE UM RAIO NÃO CAI DUAS VEZES NO MESMO LUGAR?
Não, isso é mito. Quando o tronco principal de um raio alcança o solo, todas as suas ramificações tentam usar esse caminho aberto e, às vezes, caem no local exato do primeiro relâmpago. Já foram observadas até 32 descargas no mesmo lugar!
PESSOAS COM METAIS NO CORPO TÊM MAIS RISCO DE SER ATINGIDAS POR UM RAIO?
Outra lorota. Os metais que porventura trazemos no corpo – como próteses, pinos e aparelho dentário – são muito pequenos para que o raio os considere como um atalho para o solo. Agora, árvores, sim, são bons atalhos. Ou seja, não fique perto de uma durante um toró!
É PERIGOSO NADAR DURANTE UMA TEMPESTADE?
Sim, pois a água conduz bem a eletricidade. Se você estiver no mar e um raio cair a menos de 50 metros, você tem grande risco de receber toda a força da descarga. Em piscinas é ainda pior, pois o chocão também pode chegar pelas tubulações metálicas.
O QUE ACONTECE QUANDO ALGUÉM É ATINGIDO POR UM RELÂMPAGO?
Se o raio cair exatamente em cima do sujeito, é quase certo que ele seja reduzido a um toquinho carbonizado, já que o corisco gera aquecimento de quase 30 mil graus Celsius! Caso ele caia a até 50 metros do cara, é grande o risco de rolar parada cardíaca e queimaduras.
É PERIGOSO FALAR AO TELEFONE DURANTE UM TEMPORAL?
Se for um telefone com fio, é. Assim como um raio pode atingir um poste e se propagar pela fiação elétrica da casa, queimando eletrodomésticos, ele pode viajar pela linha telefônica até fritar a orelha da pessoa. Telefones sem fio e celulares não têm esse risco.
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domingo, 7 de junho de 2009
Como seriam os Jogos Olímpicos na Lua?
O fato de a Lua não ter atmosfera mudaria muita coisa, a começar por obrigar os atletas a respirar através de aparelhos. Os tais aparelhos pesam, mas, por outro lado, não há resistência do ar, o que praticamente anula a desvantagem. E tem ainda a diferença de gravidade, que, na prática, é o que causa um impacto maior. Na Lua, a força que puxaria os atletas para o solo em provas de salto, por exemplo, é bem menor, o que potencializaria a altura, a distância e a duração dos saltos. Para comparar com os Jogos terrestres, tentamos manter as características de cada modalidade, mas, em alguns casos, algumas coisas tiveram que ser mudadas - você entenderá por quê.
MAIS RÁPIDO, MAIS ALTO, MAIS FORTE
A Olimpíada lunar teria as mesmas modalidades da terrestre, mas nada de gritos da torcida
AJUSTANDO MEDIDAS
Com gravidade menor, atletas com 80 quilos sentem-se mais leves, como se tivessem míseros 13 quilos na Terra, e crescem 4 centímetros, graças ao maior distanciamento entre as vértebras da coluna.
BOLHA AQUÁTICA
Piscina na Lua, só se for dentro de um recinto com atmosfera artificial. No vácuo, à pressão zero, a água passaria para o estado gasoso rapidamente. E seria bom ter proteção contra raios UV para liberar os nadadores do traje de astronauta.
DUODÉCUPLO TWIST CARPADO
Na Lua, o famoso salto de Daiane dos Santos alcançaria mais de 9 metros de altura, quase 8 metros de distância, com tempo suficiente para 12 piruetas em 6,4 segundos de vôo.
MINUTOS DE SILÊNCIO
Na Lua, o som não se propaga pelo ar, afinal não existe atmosfera. Portanto, todo tipo de comunicação aconteceria através de rádios. Já a torcida teria que investir mais em manifestações visuais (bandeiras, cartazes etc.).
FOGO CERRADO
Sem oxigênio, não daria para manter o fogo da pira olímpica aceso. Por isso, na Lua, tanto a tocha quanto a pira precisariam ficar dentro de uma redoma fechada, preenchida com oxigênio.
TIBUM A DISTÂNCIA
Nas provas, a diferença principal seria o mergulho inicial, muito mais longo, o que reduziria o tempo nas provas curtas. Os 50 metros livres, por exemplo, seriam cumpridos quatro segundos mais rápido do que o recorde terrestre.
TERRA À VISTA
Ver a Terra da Lua não é o mesmo que ver a Lua da Terra, afinal o diâmetro terrestre é 3,5 vezes maior. A vista do globo terrestre, portanto, é muito mais destacada, ainda mais porque não existem nuvens na Lua.
PESO LEVE
Sem atmosfera não há efeito aerodinâmico. Ou seja, a diferença entre dardo, disco e martelo se resumiria ao peso. Por isso, haveria um só tipo de arremesso, e o atleta escolheria o formato do objeto, que voaria seis vezes mais longe.
JORNADA NAS ESTRELAS
No vôlei e no basquete, a bola ficaria bem mais tempo no ar e o vôo dos atletas seria mais alto e duradouro. Conclusão 1: a tabela e a rede seriam bem mais altas. Conclusão 2: o saque jornada nas estrelas atingiria 150 metros de altura e demoraria 24 segundos.
PASSOS LARGOS
Corredores completariam os 100 m com sete passos, em vez dos 45 que dão na Terra. O tempo, contudo, seria maior: 10,4 segundos, contra 9,7 segundos (recorde atual). É que na Lua eles perderiam muito tempo no ar entre uma passada e outra.
PARA O ALTO E AVANTE
Graças à gravidade seis vezes menor, os saltos seriam seis vezes mais altos. No salto com vara, por exemplo, o recordista terrestre chegaria a 36,8 metros. Por isso, não seria má idéia ter um laser no lugar do sarrafo.
UNIFORME HIGH TECH
Traje baseado no BioSuit, protótipo criado no MIT, com lançamento previsto para 2018
O visor do capacete tem filtro contra raios UV, que, sem atmosfera para filtrá-los, iriam do Sol diretamente para à pele do atleta.
Para compensar a ausência de atmosfera, o jeito é levar oxigênio na mochila, dentro de cilindros pequenos para evitar sobrepeso.
Camadas de tecidos, fibras especiais e gel, bem ajustadas ao corpo, controlam a pressurização, a temperatura e dão liberdade de movimentos.
O impacto do solado contra o chão produz energia mecânica, que é transformada em elétrica, usada para suprir as necessidades da roupa.
Vi aqui
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MAIS RÁPIDO, MAIS ALTO, MAIS FORTE
A Olimpíada lunar teria as mesmas modalidades da terrestre, mas nada de gritos da torcida
AJUSTANDO MEDIDAS
Com gravidade menor, atletas com 80 quilos sentem-se mais leves, como se tivessem míseros 13 quilos na Terra, e crescem 4 centímetros, graças ao maior distanciamento entre as vértebras da coluna.
BOLHA AQUÁTICA
Piscina na Lua, só se for dentro de um recinto com atmosfera artificial. No vácuo, à pressão zero, a água passaria para o estado gasoso rapidamente. E seria bom ter proteção contra raios UV para liberar os nadadores do traje de astronauta.
DUODÉCUPLO TWIST CARPADO
Na Lua, o famoso salto de Daiane dos Santos alcançaria mais de 9 metros de altura, quase 8 metros de distância, com tempo suficiente para 12 piruetas em 6,4 segundos de vôo.
MINUTOS DE SILÊNCIO
Na Lua, o som não se propaga pelo ar, afinal não existe atmosfera. Portanto, todo tipo de comunicação aconteceria através de rádios. Já a torcida teria que investir mais em manifestações visuais (bandeiras, cartazes etc.).
FOGO CERRADO
Sem oxigênio, não daria para manter o fogo da pira olímpica aceso. Por isso, na Lua, tanto a tocha quanto a pira precisariam ficar dentro de uma redoma fechada, preenchida com oxigênio.
TIBUM A DISTÂNCIA
Nas provas, a diferença principal seria o mergulho inicial, muito mais longo, o que reduziria o tempo nas provas curtas. Os 50 metros livres, por exemplo, seriam cumpridos quatro segundos mais rápido do que o recorde terrestre.
TERRA À VISTA
Ver a Terra da Lua não é o mesmo que ver a Lua da Terra, afinal o diâmetro terrestre é 3,5 vezes maior. A vista do globo terrestre, portanto, é muito mais destacada, ainda mais porque não existem nuvens na Lua.
PESO LEVE
Sem atmosfera não há efeito aerodinâmico. Ou seja, a diferença entre dardo, disco e martelo se resumiria ao peso. Por isso, haveria um só tipo de arremesso, e o atleta escolheria o formato do objeto, que voaria seis vezes mais longe.
JORNADA NAS ESTRELAS
No vôlei e no basquete, a bola ficaria bem mais tempo no ar e o vôo dos atletas seria mais alto e duradouro. Conclusão 1: a tabela e a rede seriam bem mais altas. Conclusão 2: o saque jornada nas estrelas atingiria 150 metros de altura e demoraria 24 segundos.
PASSOS LARGOS
Corredores completariam os 100 m com sete passos, em vez dos 45 que dão na Terra. O tempo, contudo, seria maior: 10,4 segundos, contra 9,7 segundos (recorde atual). É que na Lua eles perderiam muito tempo no ar entre uma passada e outra.
PARA O ALTO E AVANTE
Graças à gravidade seis vezes menor, os saltos seriam seis vezes mais altos. No salto com vara, por exemplo, o recordista terrestre chegaria a 36,8 metros. Por isso, não seria má idéia ter um laser no lugar do sarrafo.
UNIFORME HIGH TECH
Traje baseado no BioSuit, protótipo criado no MIT, com lançamento previsto para 2018
O visor do capacete tem filtro contra raios UV, que, sem atmosfera para filtrá-los, iriam do Sol diretamente para à pele do atleta.
Para compensar a ausência de atmosfera, o jeito é levar oxigênio na mochila, dentro de cilindros pequenos para evitar sobrepeso.
Camadas de tecidos, fibras especiais e gel, bem ajustadas ao corpo, controlam a pressurização, a temperatura e dão liberdade de movimentos.
O impacto do solado contra o chão produz energia mecânica, que é transformada em elétrica, usada para suprir as necessidades da roupa.
Vi aqui
See ya.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
"Salve o planeta"
Até onde vai sua capacidade de indignação? Quanto à natureza precisa ser destruída e animais extintos antes que você sinta a necessidade de fazer alguma coisa a respeito? Quanto o mundo precisa piorar antes que você se convença de que deve arregaçar as mangas e unir forças com seu vizinho para construir um mundo melhor?
Muita gente que já se fez essas perguntas descobriu que era hora de agir. São pessoas que resolveram doar parte de seu tempo e trabalho para ajudar a combater graves problemas ambientais e humanitários. Espalhadas pelo mundo inteiro, elas formam um batalhão de dezenas de milhões de legionários que estão mudando a cara do planeta. Nem sempre reconhecidos, eles nos mostram que, apesar de todas as mazelas que nos afligem, ainda é possível construir um futuro em que haja respeito à natureza, mais solidariedade e maior tolerância entre os povos. Eles nos provam que, hoje, como antes o futuro do mundo continua em nossas mãos.
"SALVE O PLANETA TERRA"
************
Agora fala sério, tem que ser muito tolo pra perder tempo tentando 'salvar o planeta'.
O mundo está com os dias contados desde sua formação, vai acabar de um jeito ou de outro e não adianta tentar adiar.
Aquele velho papo de 'se cada um fizer sua parte vai fazer diferença' não cola mais, é impossível conscientizar o mundo inteiro, mesmo porque as pessoas têm mais o que fazer além de ficar tentando salvar os coelhinhos e as oncinhas.
Quando digo que o mundo está com os dias contados, não me refiro à essas teorias de falsos profetas de merda ou aos tais Maias, mas sim às teorias científicas, pois essas sim têm algum fundamento.
Existem várias teorias, só não se sabe qual acontecerá primeiro: o Sol vai expandir e engolir tudo, ou o magma do centro da Terra vai parar de girar - e está parando - , fazendo a Terra deixar de girar também, o que resultaria do fim da vida no planeta, ou haverá uma chuva de meteoros em chamas, ou o tal asteróide 2004 MN 4 Apophis, que possui 320 metros e pode vir a atingir a Terra em 2029, entre outras. Claro que as primeiras citadas aconteceriam daqui a milhões ou bilhões de anos, mas todas resultam no 'fim do mundo', ou seja, é inevitável.
Então, goats do meu Brasil, parem de perder o tempo de vocês e simplesmente aceitem: o mundo vai acabar e não há nada que se possa fazer.
See ya.
Muita gente que já se fez essas perguntas descobriu que era hora de agir. São pessoas que resolveram doar parte de seu tempo e trabalho para ajudar a combater graves problemas ambientais e humanitários. Espalhadas pelo mundo inteiro, elas formam um batalhão de dezenas de milhões de legionários que estão mudando a cara do planeta. Nem sempre reconhecidos, eles nos mostram que, apesar de todas as mazelas que nos afligem, ainda é possível construir um futuro em que haja respeito à natureza, mais solidariedade e maior tolerância entre os povos. Eles nos provam que, hoje, como antes o futuro do mundo continua em nossas mãos.
"SALVE O PLANETA TERRA"
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Agora fala sério, tem que ser muito tolo pra perder tempo tentando 'salvar o planeta'.
O mundo está com os dias contados desde sua formação, vai acabar de um jeito ou de outro e não adianta tentar adiar.
Aquele velho papo de 'se cada um fizer sua parte vai fazer diferença' não cola mais, é impossível conscientizar o mundo inteiro, mesmo porque as pessoas têm mais o que fazer além de ficar tentando salvar os coelhinhos e as oncinhas.
Quando digo que o mundo está com os dias contados, não me refiro à essas teorias de falsos profetas de merda ou aos tais Maias, mas sim às teorias científicas, pois essas sim têm algum fundamento.
Existem várias teorias, só não se sabe qual acontecerá primeiro: o Sol vai expandir e engolir tudo, ou o magma do centro da Terra vai parar de girar - e está parando - , fazendo a Terra deixar de girar também, o que resultaria do fim da vida no planeta, ou haverá uma chuva de meteoros em chamas, ou o tal asteróide 2004 MN 4 Apophis, que possui 320 metros e pode vir a atingir a Terra em 2029, entre outras. Claro que as primeiras citadas aconteceriam daqui a milhões ou bilhões de anos, mas todas resultam no 'fim do mundo', ou seja, é inevitável.
Então, goats do meu Brasil, parem de perder o tempo de vocês e simplesmente aceitem: o mundo vai acabar e não há nada que se possa fazer.
See ya.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Flatulência dos dinossauros pode ter causado sua extinção
Há várias teorias sobre a causa da extinção repentina dos dinossauros. Algumas apontam a queda de um meteoro, outras culpam uma transformação brusca nas condições climáticas do planeta e há ainda aqueles que dizem que os dinossauros sumiram da Terra por causa dos seus próprios gases intestinais.
Segundo o jornal chinês Diário da Juventude de Pequim, que cita cientistas franceses anônimos, as flatulências dos dinossauros eram ricas em metano, um gás extremamente perigoso. O jornal afirma que "os animais, pesando entre 80 e 100 toneladas, devoravam em média entre 130 e 260 quilos de alimentos por dia. Eles deviam peidar sem parar".
A teoria explica que há 100 milhões de anos a atmosfera do planeta foi fortemente danificada pelo acúmulo de metano, o que causou danos à camada de ozônio e conseqüentemente a morte das plantas. Sem alimento, os dinos acabaram morrendo de fome, causada pela sua própria ventosidade.
Bizarro O_O
See ya.
Segundo o jornal chinês Diário da Juventude de Pequim, que cita cientistas franceses anônimos, as flatulências dos dinossauros eram ricas em metano, um gás extremamente perigoso. O jornal afirma que "os animais, pesando entre 80 e 100 toneladas, devoravam em média entre 130 e 260 quilos de alimentos por dia. Eles deviam peidar sem parar".
A teoria explica que há 100 milhões de anos a atmosfera do planeta foi fortemente danificada pelo acúmulo de metano, o que causou danos à camada de ozônio e conseqüentemente a morte das plantas. Sem alimento, os dinos acabaram morrendo de fome, causada pela sua própria ventosidade.
Bizarro O_O
See ya.
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