Dentre tantos fenômenos inexplicáveis que ocorrem em nosso mundo, um em especial anda ganhando atenção nos últimos tempos por sua intrigante e peculiar forma de manifestação.
Este, chamado de "Fafrotskies" (abreviatura em inglês de "fall from the skies"), basicamente é descrito como chuvas de objetos que, ao longo dos tempos, têm sido vistos caindo do céu em diversas partes do mundo. Utilizada pela primeira vez pelo biólogo e ufólogo Ivan Sanderson, essa denominação se divide em duas categorias: orgânicas e inorgânicas. As do primeiro tipo incluem peixes, rãs, enguias, sapos, cobras, vermes, formigas, fungos, carne e sangue de animais. Já das inorgânicas fazem parte os tijolos, chapas metálicas, balas, pregos, carvão, neve fosforescente e os chamados cabelos de anjo (estranhas substâncias – consideradas por alguns ufólogos como orgânicas – que caem do céu e sublimam em seguida). Tais elementos caem sozinhos ou em chuvas, mas quase sempre em lugares de céu claro e limpo. Em casos raros, são coletados para análise e armazenados em recipientes herméticos que, ao serem abertos, desprendem mau cheiro. Entretanto, até o momento, não foram encontradas explicações plausíveis e conclusivas para esses fenômenos.
Alguns tentam explicar tais fenômenos alegando que os objetos caem do céu por conta da força de algum tornado, outros que são restos de comida de pássaros que sobrevoavam os locais, mas dezenas de casos que ocorreram pelo mundo todo (inclusive no Brasil) ainda estão sem soução. À seguir, os mais famosos:
Linha do Tempo de Fafrotskies inexplicados:
- Fafrotskies de Peixes -
1828: Joseph Muse alegou ter visto uma chuva de centenas de peixes de 10 ~ 18 cm de comprimento em Maryland, Cambridge.
1830: Peixes em decomposição "choveram" do céu na Índia.
1833: Em Fatehpur, também na Índia, 3000 ~ 4000 peixes desidratados caíram do céu.
Agosto de 1918: Nos arredores de Sunderland, também no Reino Unido, enguias mumificadas caíram do céu durante dez minutos.
1989: Durante uma garoa em Ipswich, Queensland (Austrália), Sardinhas começaram a cair do céu. Harold Degen, morador local, disse que a grama de seu quintal desaparecera sob a montanha de cerca de oitocentas Sardinhas que se formara ali.
- Fafrotskies de Sapos -
1922: Segundo o jornal Daily News do dia cinco de Setembro, uma chuva de sapos foi presenciada pelos moradores da cidade de Châlons-sur-Marne (atualmente chamada de Châlons-en-Champagne) durante dois dias.
12 de Junho de 1954: Silvia Mawdy refugiava-se com seu casal de filhos pequenos da chuva em Sutton Park, situado na cidade de Birmingham, quando disse ter presenciado uma chuva de sapos. Ela contou que os sapos caíam contra os guarda-chuvas das pessoas e depois para o chão, pulando ensandecidos, enojando os transeuntes.
1969: Segundo uma colunista de um renomeado jornal britânico, na cidade de Penn, situada em Buckingamshire, ocorrera uma chuva de sapos por lá também. Ela relatou o estranho fenômeno ao jornal London Sunday Express.
- Fafrotskies de Jacarés -
1877: Segundo o jornal The New York Times, J.L Smith contou que jacarés de cerca de 30 cm de comprimento caíram do céu em seu pomar, na Carolina do Norte. Ele contou também que eles pareciam ilesos e ao caírem, começaram a andar por lá como se nada tivesse acontecido.
1893: Na curva entre as ruas Wentworth e Anson, na cidade de Charleston (Carolina do Sul), um único jacaré foi visto caindo do céu.
- Frafotskies de Tartarugas -
11 de Maio de 1894: Segundo constou na revista Nature (publicada em 1930) uma tartaruga caiu do céu presa dentro de um pedaço de gelo, em Bovina, Mississipi.
- Frafotskies de Insetos -
1811: Uma quantidade enorme de lagartas caiu do céu no Reino da Saxônia (reino que existiu durante 1806 até 1918 na Alemanha).
Maio de 1858: A revista Annales de la Societe Entomologique de France relatou que larvas de Besouros rinocerontes caíram do céu aos montes em Mortagne, na França.
- Frafotskies de Pássaros -
Novembro de 1896: Pássaros mortos foram vistos caindo do céu de Baton Rouge, Louisiana, em grande quantidade. Era um misto de espécies no qual haviam patos, pica-paus e andorinhas.
- Frafotskies de Sangue, cabelos e carne -
Primeiro de Agosto de 1869: Em um dia ensolarado no estado de Los Nietos (Califórnia), durante três minutos uma chuva torrencial de sangue, cabelos e carne humana caiu do céu na fazenda de J. Batson. A área coberta pelos restos chegava a 8000 km² e parte dos cabelos chegava à 6 cm de comprimento.
27 de Agosto de 1968: Durante cerca de cinco minutos, na área de 1 Km que se extende entre Caçapava e São José dos Campos (isso mesmo, aqui no Brasil!) houve uma chuva de sangue e carne.
Acha que acaba por aí? Muito pelo contrário. Na Índia um pedaço de gelo do tamanho de um elefante caiu do céu, chegando a ser registrado no Annual Report of the British Association for the Advancement of Science, e em Ramsgate houve uma chuva de 40 ~ 50 moedas de dinheiro. Nos EUA houve relatos até de nuvens de dólares que caíram do céu. Policiais apreenderam as notas e calcularam o valor total delas, concluindo que chegavam a sete mil dólares. Curiosamente, o dinheiro jamais foi requerido, como se não houvesse dono.
Conclusão: leve sempre um guarda-chuva com você quando for sair de casa. Você pode voltar, além de molhado, sujo de animais e sangue e, se der sorte, rico.
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sexta-feira, 11 de março de 2011
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Olha o pinguinzinho!
Um fotógrafo da vida selvagem foi surpreendido pela curiosidade de um grupo de pinguins. Enquanto desenvolvia um trabalho na Antártida, o norte-americano David Schultz afastou-se por um momento de sua câmera, e percebeu que os animais se aproximaram dela. Com outra máquina, acabou registrando a cena inusitada.
Os pinguins maiores se aproximaram primeiro, e encorajaram os mais novos. Schultz ficou impressionado quando dois deles pareceram posar para as fotos. “Esses animais são humildes, engraçados, extremamente curiosos e maravilhosamente fotogênicos”, disse o fotógrafo ao diário The Sun. “Se eu deitasse no gelo e esperasse, por certo alguns pinguins viriam me inspecionar”, brinca.
Se o “abraço” entre os pinguins realmente aconteceu, que sorte do fotógrafo…
Fonte
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Pra vocês verem que até animais posam melhor que emos...
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
É verdade que o "quac" dos patos não faz eco?
Não. O mito caiu por terra em 2003, após a experiência de um especialista em acústica da Universidade de Salford, na Inglaterra. O professor Trevor Cox pegou a pata Dayse ("Margarida", em inglês) e a colocou dentro de uma câmara anecóica (que não produz eco nenhum), e depois em uma câmara de reverberação (repleta de ecos). Gravou os quacs da ave nas duas câmaras e os analisou com a ajuda de programas de computador. Resultado: o quac tem, sim, eco, mas ele é quase inaudível por causa da forma como é emitido.
Os patos fazem um "quaaaac" bem demorado, que começa alto e termina baixinho. Isso "disfarça" o eco e faz com que ele praticamente não seja percebido. Na real, todo som é capaz de ecoar. "É preciso ficar claro que não é o som em si que emite eco, mas as superfícies que refletem as ondas sonoras emitidas pela fonte", diz Sylvio Bistafa, professor de acústica da Universidade de São Paulo (USP). O eco nada mais é que uma reflexão de som que chega ao ouvinte pouco tempo depois de o som direto ter sido emitido. Para ecoar, a superfície que reflete o som tem que ser feita de um material polido e denso, que não absorva o som, e que esteja a mais de 17 metros de distância da fonte emissora.
Objetos macios como cortinas e madeira absorvem as ondas e quase não refletem o som - por isso as paredes dos auditórios são cobertas por esses materiais. Todo o estudo sobre o que leva o eco do quac a quase passar batido ajudará na melhora de ambientes onde ecos são indesejados, como salas de concerto, teatro e cinema.
Fonte: Mundo Estranho
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Pior que eu postei aqui uma lista que dizia que o "quac" não produz eco... fail.
sexta-feira, 25 de setembro de 2009
Guerreiros Selvagens
Nunca se sabe quando uma guerra pode começar, então devemos estar preparados. Mais que isso: devemos manter nossos animais preparados!
See ya.
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See ya.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Por que os morcegos ficam de cabeça pra baixo?
O morcego é o único mamífero que tem a capacidade de voar. O animal possui hábitos noturnos; durante o dia, passa o tempo pendurado de cabeça para baixo em alguma caverna, ponte ou outro lugar escuro. O principal motivo pelo qual os morcegos ficam nessa posição é que, desta forma, se encontram em uma posição ideal para alçar vôo.
Os morcegos não conseguem se lançar no ar como as aves; o animal necessita se lançar de um lugar alto para poder voar. Por isso, eles usam suas garras para subir nos tetos das cavernas, por exemplo, porque caso necessite sair voando, ele já está na posição ideal.
Ficar pendurado de cabeça para baixo também é uma boa maneira de se esconder de pássaros predadores, além de existir pouca competição para conseguir esses locais de abrigo. Esses animais possuem adaptações fisiológicas que os permitem ficar pendurados sem nenhum esforço. Outro aspecto importante é que suas artérias e veias fazem com que o sangue circule para cima, mesmo quando estiverem de cabeça para baixo.
Vi aqui
Sempre admirei os morcegos :B
See ya.
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